O Senado brasileiro aprovou um projeto de lei que criminaliza o bullying,

 Inclusive o virtual. A nova legislação visa combater o bullying e reforçar a proteção a crianças e adolescentes. O projeto tipifica o crime de bullying, inclusive o virtual, e inclui uma série de atos contra menores de 18 anos na categoria de crimes hediondos., além disso, o texto propõe que as prefeituras e o Distrito Federal implementem políticas de combate à violência nas escolas, inclusive com medidas preventivas. Essa é uma etapa importante na luta contra o bullying e o cyberbullying.

O termo “Cyberbullying” corresponde às práticas de agressão moral organizadas por grupos, contra uma determinada pessoa e alimentadas via internet. Em outras palavras, o “cyberbullying” é um assédio moral que corresponde à manifestação de práticas hostis (via tecnologias da informação). Esse bullying virtual tem o intuito de ridicularizar, assediar e/ou perseguir alguém de forma exacerbada.

As comunidades virtuais, os e-mails, as redes sociais, os blogs e os celulares são meios de convivência dos jovens. Nessas vias, eles se expõem publicamente, fazem amigos e compartilham ideias. O “cyberbullying” é a violência virtual que ocorre geralmente com as pessoas tímidas e indefesas, ou simplesmente por não caírem na simpatia dos tiranos.

Normalmente, os agressores criam um perfil falso na internet visando intimidar e ridicularizar sua vítima, o que é feito por montagens de fotos pornográficas com o rosto do agredido, por exemplo. A pessoa que comete o cyberbullying é chamado de “cyberbullying”.

Importante destacar que o “cyberbullying” pode trazer consequências drásticas, como a morte ou suicídio de alguém. Isso ocorre em maior número entre os jovens, os quais apresentam grandes dificuldades de lidar com os problemas. Assim, eles se isolam, entram em depressão e, em alguns casos, necessitam de apoio psicológico.

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